Tempo... Tudo vibra... Nada é parado... Tudo é movimento.
Setas cruzam o ar... Bispos disparam diagonais vazias... Num ângulo reto o outro lado tomba.
Eternas ondas. Bruxos, bandidos, magos, alquimistas. Destinos selados movimentam cordéis.
Deuses, os homens zombam. Deusas, as peças gargalham.
Quem dirige quem?